Movimento uniforme (MU)

Do livro Física em Movimento, capítulo 3 — “O mundo em ritmo constante”

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Quando você pede um carro ou uma entrega pelo aplicativo, aparece na tela: “chegada em 12 min”. Que física o aplicativo usa para prever a que horas você chega — e quando essa conta falha?

Um avião em voo de cruzeiro viaja a cerca de 900 km/h. Convertendo: 900 km/h ÷ 3,6\div\ 3{,}6 = 250 m/s. Isso significa que, a cada segundo, o avião avança 250 m — mais de dois campos de futebol — e avançará os mesmos 250 m no próximo segundo, e no seguinte, e no seguinte. Quando a distância percorrida se repete a cada segundo, o futuro do movimento fica fácil de prever: basta multiplicar. É essa previsibilidade que permite à tela do avião cravar “chegada: 14h32” com horas de antecedência.

É a mesma conta que o aplicativo de entregas faz quando promete “chegada em 12 min”: ele fatia o trajeto em trechos, trata cada um como um movimento uniforme com a velocidade média praticada agora e soma os tempos.

O que faz um movimento ser “uniforme”?

Escada rolante, avião em cruzeiro, sinal de internet numa fibra óptica: em todos, a velocidade escalar não muda com o tempo. A escada avança sempre os mesmos 0,5 m a cada segundo; o avião, seus 250 m; a luz na fibra, 200 000 km a cada segundo.

Movimento uniforme (MU)

Movimento uniforme (MU) é aquele em que a velocidade escalar instantânea é constante e diferente de zero. Consequência direta: o móvel percorre distâncias iguais em intervalos de tempo iguais, e a velocidade instantânea coincide com a velocidade média em qualquer trecho.

Repare no que a definição não exige: a trajetória não precisa ser reta. Quando é, dizemos movimento retilíneo uniforme (MRU). E vale ser honesto: o MU é um modelo — nenhum carro real mantém a velocidade cravada por horas, mas em muitos trechos do mundo real (rodovia com piloto automático, esteira industrial, bolha subindo num tubo de água) ele descreve o movimento com erro pequeno.

Onde estarei daqui a tt segundos? — a função horária

Se a velocidade não muda, prever o futuro vira uma continha. Um ciclista passa pelo marco 200 m de uma ciclovia, a 5 m/s constantes: em 10 s avança 5×10=505 \times 10 = 50 m e chega ao marco 250 m. Para um tempo tt qualquer:

Função horária do MU

s=s0+vts = s_0 + v\,t

em que s0s_0 é a posição no instante t=0t = 0 e vv é a velocidade escalar (constante). Se v>0v > 0, o móvel anda no sentido crescente das posições (movimento progressivo); se v<0v < 0, no sentido decrescente (movimento retrógrado).

A expressão é uma velha conhecida da matemática: uma função do 1º grau, y=b+axy = b + a\,x. O coeficiente linear bb é a posição inicial s0s_0; o coeficiente angular aa é a velocidade vv. A função responde a duas perguntas: “onde?” (dado tt) e “quando?” (dado ss) — perceber qual está sendo feita é metade da resolução.

O que uma reta num papel tem a ver com o mundo? — o gráfico s×t

No MU, o gráfico s×ts \times t é sempre uma reta. E a reta guarda a velocidade num lugar preciso: na inclinação. Escolha dois pontos quaisquer da reta e monte o “triângulo” com os catetos Δt\Delta t (horizontal) e Δs\Delta s (vertical):

v=ΔsΔtv = \frac{\Delta s}{\Delta t}

Quanto mais inclinada a reta, mais rápido o móvel. Reta subindo: v>0v > 0, movimento progressivo. Reta descendo: v<0v < 0, retrógrado — o móvel está voltando pela mesma trajetória, não “descendo uma ladeira”. Reta horizontal: Δs=0\Delta s = 0, o móvel está parado (e repouso não é MU, pois a definição exige v0v \neq 0). O corte da reta com o eixo vertical entrega s0s_0.

O gráfico não é uma foto do caminho

Você provavelmente pensa que um gráfico de movimento é uma espécie de fotografia do caminho: se a linha sobe, o móvel está subindo um morro. Mas o eixo horizontal de um gráfico s×ts \times t não é “chão”: é tempo. Uma bolinha rolando numa mesa perfeitamente plana, a 0,2 m/s, gera uma reta subindo — porque a posição cresce com o tempo, não porque a mesa virou rampa. Sempre que abrir um gráfico, leia primeiro os eixos: é o equivalente científico de conferir o remetente antes de acreditar na mensagem.

Que segredo a área esconde? — o gráfico v×t

No MU, o gráfico v×tv \times t é uma reta horizontal na altura vv. Parece pouco útil — até você olhar para a área entre essa reta e o eixo dos tempos. Entre t1t_1 e t2t_2, essa área é um retângulo de base Δt\Delta t e altura vv: área =v×Δt=Δs= v \times \Delta t = \Delta s. Confira pelas unidades: m/s vezes s dá m — a “área” desse gráfico se mede em metros de deslocamento, porque seus lados carregam unidades físicas.

Área sob o gráfico v×t

No gráfico v×tv \times t, a área entre a linha da velocidade e o eixo dos tempos, num intervalo, é numericamente igual ao deslocamento Δs\Delta s nesse intervalo. (Área abaixo do eixo, com v<0v < 0, conta como deslocamento negativo.) Essa propriedade não é exclusividade do MU: vale para qualquer movimento — no capítulo seguinte, com a velocidade variando, é ela que salva o dia.

Quando dois movimentos se cruzam? — o encontro de móveis

Todo dia você resolve, no olho, um problema de encontro: atravessar a rua entre dois carros, alcançar o ônibus que fecha a porta. A física transforma o “no olho” em previsão exata com uma única ideia: no instante do encontro, os dois móveis ocupam a mesma posição: sA=sBs_A = s_B. Igualar as duas funções horárias fornece o instante do encontro; substituir esse instante em qualquer uma delas fornece a posição. No gráfico s×ts \times t, o encontro é, literalmente, o ponto onde as retas se cruzam — e retas paralelas (mesma velocidade) nunca se encontram.

O radar que ninguém engana

Radares fixos medem a velocidade num único ponto — e todo mundo conhece o motorista que freia na câmera e acelera logo depois. Por isso rodovias brasileiras vêm adotando o radar de trecho (há unidades na Ponte Rio–Niterói e em rodovias federais): dois pórticos leem a placa do carro em dois pontos afastados, registram o horário de cada passagem e o sistema divide a distância entre os pórticos pelo tempo gasto — a velocidade média do trecho inteiro. A 110 km/h, os 9 km entre os pórticos exigem no mínimo cerca de 4 min 54,5 s; quem venceu o trecho em menos tempo passou do limite, não importa o que o velocímetro marcava em cada ponto. O comportamento seguro passou a ser manter a velocidade regulamentar o tempo todo.

O essencial em meia página

  • MU: velocidade escalar constante (v0v \neq 0) \Rightarrow distâncias iguais em tempos iguais. É um modelo: descreve bem trechos de movimentos reais.
  • Função horária: s=s0+vts = s_0 + v\,t (função do 1º grau em tt). Responde “onde?” dado tt e “quando?” dado ss. v>0v > 0: progressivo; v<0v < 0: retrógrado.
  • Gráfico s×ts \times t: reta. Inclinação =ΔsΔt=v= \dfrac{\Delta s}{\Delta t} = v; corte no eixo vertical =s0= s_0. Reta horizontal == repouso. O gráfico NÃO é a trajetória — o eixo horizontal é tempo.
  • Gráfico v×tv \times t: reta horizontal. Área sob a linha =vΔt=Δs= v\,\Delta t = \Delta s (deslocamento). Vale por trechos e vale para qualquer movimento.
  • Encontro: impor sA=sBs_A = s_B \Rightarrow instante; substituir \Rightarrow posição. No gráfico s×ts \times t, encontro == cruzamento das retas.
  • Conversão-chave: de km/h para m/s, divida por 3,6. (108 km/h == 30 m/s.)
Exercício resolvido

Um entregador de aplicativo pedala por uma ciclovia reta com velocidade constante de 5 m/s. No instante t=0t = 0, ele passa pelo marco 200 m da ciclovia, no sentido crescente das posições. Determine: (a) a função horária do movimento; (b) sua posição em t=30t = 30 s; © o instante em que ele passa pelo marco 450 m.

Estratégia

Montar a função horária é preencher dois espaços: quem é s0s_0? Quem é vv (com sinal)? Depois, a mesma equação responde às duas perguntas possíveis: dou o tempo e ela devolve a posição (item b); dou a posição e ela devolve o tempo (item c).

Resolução

(a) Com s0=200s_0 = 200 m e v=+5v = +5 m/s (sentido crescente):

s=200+5ts = 200 + 5t

com ss em metros e tt em segundos.

(b) Em t=30t = 30 s: s=200+5×30=200+150=350s = 200 + 5 \times 30 = 200 + 150 = 350 m.

© Impondo s=450s = 450 m: 450=200+5t5t=250t=50450 = 200 + 5t \Rightarrow 5t = 250 \Rightarrow t = 50 s.

Verificação

A 5 m/s, o ciclista leva 10 s para cada 50 m. De 200 m a 450 m são 250 m, ou seja, cinco blocos de 50 m: 5×10=505 \times 10 = 50 s. Fecha. Observação: toda função horária responde a duas perguntas — “onde?” (dado tt) e “quando?” (dado ss). Perceber qual está sendo feita é metade da resolução.

Exercício resolvido

Numa estrada retilínea, um motociclista parte do km 0 no sentido crescente, a 60 km/h constantes. No mesmo instante, um carro passa pelo km 150 vindo em sentido contrário, a 40 km/h constantes. Determine o instante e a posição em que eles se cruzam.

Estratégia

Passo 1: adotar UMA régua comum (a própria quilometragem da estrada) e escrever a função horária de cada móvel nessa régua — com sinais coerentes: quem anda no sentido decrescente tem v<0v < 0. Passo 2: impor sA=sBs_A = s_B.

Resolução

Motociclista: sA=0+60t=60ts_A = 0 + 60t = 60t. Carro: sB=15040ts_B = 150 - 40t (com ss em km e tt em h).

Encontro (sA=sBs_A = s_B):

60t=15040t100t=150t=1,560t = 150 - 40t \Rightarrow 100t = 150 \Rightarrow t = 1{,}5

ou seja, 1,5 h. Posição: sA=60×1,5=90s_A = 60 \times 1{,}5 = 90 km.

Verificação

Conferindo com o outro móvel: sB=15040×1,5=15060=90s_B = 150 - 40 \times 1{,}5 = 150 - 60 = 90 km. Fecha. Outro teste: juntos, eles “devoram” a separação de 150 km a 60+40=10060 + 40 = 100 km/h; para consumir 150 km nesse ritmo, 150/100=1,5150/100 = 1{,}5 h — mesmo resultado por caminho independente.

Nível 1 · Primeiros passos

Uma motocicleta de entregas percorre uma avenida reta em ritmo constante; adotando como origem o início da avenida, sua função horária é s=50+20ts = 50 + 20t (SI). Determine: (a) a posição inicial e a velocidade; (b) a posição no instante t=4t = 4 s; © o instante em que ela passa pelo marco 250 m, onde fica o restaurante da próxima coleta — sabendo que o pedido estará pronto em t=15t = 15 s, a moto chega antes ou depois de o lanche sair da cozinha?

Ver solução

(a) Comparando com s=s0+vts = s_0 + vt: s0=50s_0 = 50 m e v=20v = 20 m/s. (b) s=50+20×4=130s = 50 + 20 \times 4 = 130 m. © Impondo s=250s = 250 m: 250=50+20tt=10250 = 50 + 20t \Rightarrow t = 10 s. Como o pedido só fica pronto em t=15t = 15 s, a moto chega 5 s antes de o lanche sair da cozinha.

Nível 1 · Primeiros passos

Um ciclista desloca-se por uma ciclovia reta segundo s=1208ts = 120 - 8t (SI). (a) Em que sentido da trajetória ele se move? Como você sabe? (b) Onde ele está em t=5t = 5 s? © Em que instante ele passa pela origem das posições?

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(a) No sentido decrescente das posições (movimento retrógrado): o coeficiente de tt é negativo, v=8v = -8 m/s. (b) s=1208×5=12040=80s = 120 - 8 \times 5 = 120 - 40 = 80 m. © Impondo s=0s = 0: 0=1208tt=150 = 120 - 8t \Rightarrow t = 15 s.

Nível 1 · Primeiros passos

A esteira rolante de um aeroporto tem 12 m de comprimento e move-se a 0,5 m/s. Quanto tempo leva, da entrada à saída, um passageiro que fica parado sobre ela?

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Parado sobre a esteira, o passageiro se move com a velocidade dela: um MU a 0,5 m/s. O tempo sai direto da função horária: t=d/v=12/0,5=24t = d/v = 12/0{,}5 = 24 s.

Nível 2 · Praticando de verdade

Num trecho de serra com radar de trecho, os pórticos distam 9 km e o limite é 110 km/h. O carro de um motorista apressado passa pelo primeiro pórtico às 14h00min00s e pelo segundo às 14h04min30s — tendo o cuidado de frear para 100 km/h debaixo de cada câmera. (a) Calcule a velocidade média dele no trecho. (b) Ele será autuado? © Explique, em uma frase, por que frear apenas nas câmeras não funciona contra esse tipo de radar.

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(a) O trecho de 9 km foi vencido em 4,5 min =0,075= 0{,}075 h: vm=9/0,075=120v_m = 9/0{,}075 = 120 km/h. (b) Sim: 120>110120 > 110 km/h. © O radar de trecho mede a velocidade média do trecho todo; frear só sob as câmeras muda o tempo total de percurso em poucos segundos e, portanto, quase não altera a velocidade média registrada.

Nível 2 · Praticando de verdade

Durante uma tempestade, você vê o clarão do relâmpago e, 6 s depois, ouve o trovão. A luz chega praticamente no mesmo instante do clarão; o som viaja em MU a 340 m/s. (a) A que distância caiu o raio? (b) Justifique a regra popular “cada 3 segundos de espera \approx 1 km de distância”.

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(a) O som percorre a distância em MU durante os 6 s de espera: d=340×6=2040d = 340 \times 6 = 2040 m 2\approx 2 km. (b) Em 3 s o som percorre 340×3=1020340 \times 3 = 1020 m 1\approx 1 km — daí a regra prática: cada 3 s de intervalo entre clarão e trovão correspondem a cerca de 1 km até o raio.

Nível 2 · Praticando de verdade

Dois robôs de armazém movem-se sobre o mesmo trilho reto: sA=10+8ts_A = 10 + 8t e sB=1304ts_B = 130 - 4t (SI). Determine o instante e a posição do encontro — e diga, olhando os sinais das velocidades, se eles se movem no mesmo sentido ou em sentidos opostos.

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Impondo sA=sBs_A = s_B: 10+8t=1304t12t=120t=1010 + 8t = 130 - 4t \Rightarrow 12t = 120 \Rightarrow t = 10 s. Substituindo: s=10+8×10=90s = 10 + 8 \times 10 = 90 m. As velocidades têm sinais opostos (+8+8 m/s e 4-4 m/s): os robôs se movem em sentidos opostos, aproximando-se um do outro até o encontro.

Nível 3 · ENEM e vestibulares

Quando você joga on-line com um servidor em outra cidade, o “ping” depende do tempo que o sinal leva na ida pela fibra óptica — como o ping mede ida e volta, ele é pelo menos o dobro desse tempo. Numa fibra, a luz viaja a cerca de 200 000 km/s. Para um cabo de 3 000 km entre São Paulo e Fortaleza, o tempo de ida do sinal é de aproximadamente:

a) 0,15 ms
b) 1,5 ms
c) 15 ms
d) 1,5 s
e) 15 s

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Alternativa c. A luz na fibra faz um MU: t=d/v=3000/200000=0,015t = d/v = 3000/200000 = 0{,}015 s =15= 15 ms. Repare que o ping real seria pelo menos o dobro disso (ida e volta), mais os atrasos de processamento — por isso um ping de 30–40 ms entre essas cidades é considerado excelente.

Nível 3 · ENEM e vestibulares

Dois trens partem simultaneamente, em sentidos opostos, por linhas paralelas da mesma ferrovia retilínea que liga duas cidades separadas por 240 km. O trem 1 parte da cidade A a 80 km/h; o trem 2 parte da cidade B a 40 km/h. Adotando a origem em A e o sentido positivo de A para B, o cruzamento dos trens ocorre:

a) 1,5 h após a partida, a 120 km de A.
b) 2 h após a partida, a 160 km de A.
c) 2 h após a partida, a 80 km de A.
d) 3 h após a partida, a 240 km de A.
e) os trens não se cruzam.

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Alternativa b. Funções horárias na régua comum: s1=80ts_1 = 80t e s2=24040ts_2 = 240 - 40t. Impondo s1=s2s_1 = s_2: 80t=24040t120t=240t=280t = 240 - 40t \Rightarrow 120t = 240 \Rightarrow t = 2 h. Posição: s=80×2=160s = 80 \times 2 = 160 km de A. Conferindo no trem 2: s2=24040×2=160s_2 = 240 - 40 \times 2 = 160 km — fecha.

Nível 3 · ENEM e vestibulares

Em outubro de 2023, o queniano Kelvin Kiptum estabeleceu o recorde mundial da maratona (42,195 km) em Chicago: 2 h 00 min 35 s. Muitas esteiras de academia atingem, no máximo, 18 a 20 km/h. Comparando a velocidade média do recordista com essas esteiras, conclui-se que:

a) a esteira comum supera a velocidade média do recorde, pois 20 km/h é uma corrida fortíssima.
b) a velocidade média do recorde, cerca de 21 km/h, supera o máximo dessas esteiras — mantida por mais de duas horas.
c) a velocidade média do recorde foi de cerca de 12 km/h, um trote leve.
d) não é possível calcular a velocidade média sem conhecer o gráfico completo da prova.
e) a velocidade média do recorde, cerca de 35 km/h, é comparável à de um carro urbano.

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Alternativa b. Convertendo o tempo: 2 h 00 min 35 s =7235= 7235 s. Velocidade média: vm=42195/72355,8v_m = 42195/7235 \approx 5{,}8 m/s. Multiplicando por 3,6: 21\approx 21 km/h — acima do máximo das esteiras comuns de academia, e sustentada por mais de duas horas seguidas.

Estilo ENEM

Exercícios do ENEM — Movimento uniforme (MU)

4 questões objetivas. Responda com um clique — no final você vê sua pontuação.

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Estilo PAS/UnB (Certo ou Errado)

Exercícios do PAS/UnB — Movimento uniforme (MU)

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